Como as folhas de uma árvore frondosa quando recebem o vento para mexê-las e cada uma se move independentemente, mas de forma uníssona. Era esse o som de seu sorriso. Apaixonara-se por ele. Seu objetivo de vida tornara-se fazer com que Selina sorrisse. Era uma tarefa delicada. Tinha que achar o equilíbrio entre uma risada e um mero sorriso amarelo. Passou a vida para ouvir seu sorriso. Em vão. O sorriso de Selina possuía um destinatário.
Um dia, adormeceu debaixo de uma árvore, com o sorriso de Selina a beijar as folhas que vinham se acomodar ao seu redor e transformá-lo parte integrante dessa canção alegre. Foi, sorrindo, que ouviu Selina chamá-lo ao longe e ao longe ela ficou, distante de tudo o que fazia sentido a ele, que, ao acordar, não agüentou a triste canção de sua vida e nunca mais foi visto sorrindo.
2 respostas Até agora ↓
Renata Paiva // 24 Março , 2008 às 1:24 pm |
bonitinho, ga.
Sabine // 22 Maio , 2008 às 2:52 am |
Não! Não podia postar antes de mim!!!
A gente tinha combinado!
humpf