Crônico

“Luke, yo soy tu padre”

18 Dezembro , 2008 · 7 Comentários

Os dois no quarto, sem fazer nada. Lendo gibi e ouvindo iPod, provavelmente. O Gui, do nada, manda:
- Gá, já pensou o Darth Vader vira e fala “Luke, yo soy tu padre”.
- Ahahahaha. Ou “Luke, I’m your mother”.
- Ahahahaha, boa Gá. Ou “Luke, I’m a Chewbacca. ROOOOAAARRRR!”
- AHAHAHAHA. Muito boa, Gui.
E a conversa continua. Infinita. Se alguém estiver perto, certeza que ouviremos “Meninos, chega. Já passou do limite. Não tem mais graça”. A gente deve ter algum distúrbio, porque o que parece que disseram é “Boa!! Mandem mais!” e a gente insiste.

Foi assim que nasceu o #DarthVader, no Twitter. O Gui começou a colocar os que a gente já tinha conversado nesse dia. As óbvias sempre aparecem antes. Como a minha do “Luke, I’m gay” e a “Luke, I’m Batman”, do Gui.

As pessoas, geralmente, não entendem que é aí que a brincadeira fica boa. Porque você começa meio a que forçar cada vez mais outras melhores [melhor e pior nesse caso é relativo].

Isso é comum na nossa vida.
Exemplo: alguém diz que gosta de Nescafé no sorvete. “Ah, coloca um pouco de azeite também”.
- Ou um pouco de feijão…
- Hum, uma bisnaguinha ia bem.
- Catupiry!
- Coloca o Papa e pronto.

Categorias: conversas · divagação · eu · família
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