Crônico

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2008 foi…

25 Dezembro , 2008 · 1 Comentário

Listas dos melhores do ano. CDs, filmes, shows. Os mais cools, os mais malas e a famigerada “Retrospectiva qualquer-ano” da Globo, com o Mumm-Ra Sérgio Chapelin, desde 1910.

Então, pensei em uma lista. As 5 melhores músicas do ano. Mas tem muita música que descobri de outros anos. Vai com as outras? Não vai?

Aí lembrei que fiz uma lista falando de 2007. Eu disse que listaria algumas coisas durante o ano. O plano era ler 20 livros. Não sei quantos, mas li e reli muitos. Foi o ano em que mais reli livros. Como contabilizar? Contar de novo?. Não sei quantos filmes vi, mas foi o suficiente para me deixar satisfeito. Por ter voltado a trabalhar com cinema, por 3 meses, assisti filmes bons e que gostaria de assistir, como Cashback, Queime Depois de Ler, Be Kind Rewind, Rocknrolla, entre outros. Conheci pessoas espetaculares. Algumas que só conhecia de Twitter [uma das boas descobertas de 2007], conheci ao vivo. Novas amizades, pessoas fabulosas. ‘Conhecer’, tinha que ser pessoalmente, ou as via internet também poderiam ser contabilizadas? Não anotei.

Aliás, anotei poucas coisas, a não ser as idéias que tive para meus textos. No pseudo-moleskine do Batman, algumas frases fajutas. E só.

Para 2009 a regra será: menos anotações. Listas, só daquelas que a gente tem vontade de fazer de última hora, de algo realmente bom. Menos análise e mais curtição. Mais ação.

Claro, uma das vozes na minha cabeça vai dizer: ‘Mas é bom parar de vez em quando e analisar a situação, fazer um balanço, para dar uma direção de onde veio e para onde está indo’. ‘OK, concordo’, dirá uma outra. Porém, a vida toda analisei e avaliei demais, ponderei demais. Deixei de agir por pensar demais em todas as ramificações daquilo que eu estava avaliando e muitas vezes me fez ficar só no pensamento e não agir.

O ponderar e analisar é default. Não vou simplesmente extingüir, mas moderar. O esforço é para que a incidência diminua.

Daqui um ano conto como foi.


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Me diz 5…

7 Outubro , 2008 · Deixe um comentário

[não é repetido! Fiz de novo!]
…melhores segredos do PostSecret do último domingo [5/outubro].

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e o melhor do dia

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Me diz 5…

7 Outubro , 2008 · Deixe um comentário

…melhores segredos do PostSecret de ontem do dia 27 de setembro.
[Sério, é um ritual lê-los toda segunda. Embora hoje seja terça. Mas era pra ter feito isso semana passada.]
Estão todos em inglês.

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e a melhor de todas [uma das melhores que já vi no blog]:

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me diz 5…

25 Setembro , 2008 · 2 Comentários

…blogs que mais mexeram com você nos últimos tempos.

Eu avisei a Vivs que subiria esse texto.
Eu simplesmente preciso postá-lo.

Eneaotil

Quem escreve é uma garota subversiva. Os assuntos são variados… não há um tema específico. Mas ultimamente ela tem escrito sobre o Lucas. Recentemente, o guri teve alguns problemas de saúde, ficou internado, etc. No momento, ela está entre a parte 1 e 2 do acontecimento. Mas ainda bem que ele é forte e os posts são, em sua maioria, sobre as frases de Luquinhas, pensamentos e filosofia de vida. Entre e fique à vontade… Lelê [Leonor] te dá as boas-vindas.

Para Francisco

Um homem tem morte súbita, dois meses antes do nascimento do seu único filho. Assim nasce este blog. Tentando entender e explicar dois sentimentos opostos e simultâneos vividos pela viúva e mãe que, no caso, sou eu. Muitos questionamentos. Muitos raciocínios. Muito aprendizado. E uma pressa em falar para o Francisco sobre seu pai, sobre o mundo e sobre mim mesma (só por garantia).

Quando fui escrever um email para a Cris Guerra, falando do blog, demorei um tanto. Toda vez que meus dedos digitavam “muito legal” ou “muito bacana o blog”, eu não conseguia aceitar. Legal? Ela escreve para que Francisco conheça mais da família dele. E o motivo é algo muito intenso, forte e pesado para estar no mesmo contexto do que eu gostaria de dizer a ela.

O que saiu:
Descobri seu blog hoje, pela indicação via Greader, de um contato que tenho no Gtalk.
Coisas dessa vida.
Mas coisas boas.
Dessas de ao mesmo tempo pensar “que barra” ao ler o ‘motivo’ do blog e sorrir a cada post.
Indiquei para meu irmão. E estou indicando aos conhecidos, que gostam de ler.

Não consigo explicar os sentimentos de ler os textos da Cris. Ainda não consigo dizer “Olha esse blog que legal”. Não dá. Mas também não consigo não ler e não indicar. Experimente.

Matt, Liz and Madeline

Não sei se Matt escreve pelos mesmos motivos que a Cris. Mas algo parecido aconteceu com ele. Horas depois de dar a luz à Madeline, Liz faleceu. Matt decidiu fazer o blog para a família. Está em inglês, mas nada muito complicado. Também não consigo parar de ler.


Cerumano

Felippe lutava contra um câncer… leucemia. Narrava suas batalhas no blog. O herói partiu, mas o registro ficou. Barra pesadíssima. Mas como diz um trecho do último post [de um amigo] “(…) ninguém pode afirmar que a luta do Felippe foi em vão. Não foi e não é em vão.” Se não acredita, te convido a ler.

PostSecret

Segredos. Todo mundo tem. O PostSecret é um blog que agrega vários deles. Você manda um cartão-postal, anônimo, com um segredo, e o ‘dono’ sobe os segredos. Todo domingo tem um post novo. Alguns são belos… a maioria, coisas intensas, que as pessoas não têm coragem de dizer aos seus amigos, pais e parceiros. Como tudo começou, você encontra aqui. Eu gosto de acreditar que o blog acaba ajudando as pessoas, que exorcizam seus demônios. Se não chegam a ser exorcizados, podem compartilhar com uma comunidade que se sente da mesma maneira.

_____________________________________________

A lista contempla os blogs que mais mexeram comigo. Mas poderia ser a lista dos que mais tenho gostado de ler. Mais do que crônicas, mais do que novidades sobre gadgets e tecnologia, mais do que contos, mais do que quadrinhos, mais do que análises de como o Barack Obama utiliza a mídia, mais do que qualquer outro que eu leia ultimamente. Essa é a lista dos “blogs que mais tenho gostado de ler”. Não sei se é a idade [OK, 25 é pouco], mas tenho estado muito mais apaixonado pelo “ser-humano”. Suas lutas, suas vitórias, suas histórias. “The little things… there’s nothing bigger, is there?

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Coisas que não entendo

2 Setembro , 2008 · 5 Comentários

* Aquele trânsito, todo mundo avançando nos mínimos espaços para poder andar um pouco que seja e o ‘marronzinho’ [tiozinho da CET] apitando e agitando o braço, mandando a negada andar. Sério, para que? Eles pensam que o pessoal nos carros está afim de parar o carro ali no meio e começar o happy hour?

* Conversa de elevador. Entra um grupo de advogados. “… e ele ainda queria ser [fazer] revisional de juros de uma factory!” Gargalhadas. Ser revisional de juros ou fazer revisional de juros para mim teria a mesma graça: nenhuma.

* Por que as pessoas mudam de faixa? Elas sabem o que vai acontecer e mesmo assim, depois de passar para a outra, dizem “Eu sabia! É eu mudar de faixa, que a anterior anda!” Então não mude, né? [Explicação científica (minha, claro) para isso: Você está na faixa 2 e a faixa 1 começa a andar. Mas ela não está andando só no ponto onde você se encontra. É em toda sua extensão. Ou seja, centenas de pessoas fazem o mesmo que você: mudam de pista. Quando isso acontece, o espaço que centenas de carros ocupavam está vazio. Logo... a pista andará.]

* A cidade de São Paulo é uma das mais poluídas do mundo. Fumaça a dar com pau. E o adolescentão olha para aquele palito de papel soltando fumaça e pensa: “Hum, deve ser interessante inalar isso, né?” OK, reconheço que o vício é absurdamente difícil de se largar, isso não discuto. Mas o que leva um pós-pirralho considerar jogar mais fumaça pra dentro do pulmão? Mande o moleque [ou a guria] andar 2km na Marginal Pinheiros, às 18h e pronto. Vontade saciada.

* Nunca fui assaltado. OK, eu sou grande e tudo mais, mas mesmo assim. Eu não fico com muita frescura de tirar o iPod do bolso, de atender celular, ou algo assim. Mas nunca fui assaltado. Gostaria que continuasse assim. Mesmo porque, não tenho back up das músicas do iPod e se perdê-las todas, vou chorar igual a uma criança. Se ainda fosse possível virar pro assaltante e dizer: “Ô grande, quebra essa e deixa as músicas. Pode levar o aparelho”. [Idéia genial: iPod com memória removível. Tipo um cartucho de vídeo game. Ou um CD. OK, não tão genial assim].

* Pessoas formadas em Comunicação [RP ou Jornalismo] e que dizem “asterístico”. Sério, como alguém que freqüentou um troço chamado “Curso Superior” me fala “asterístico”?! Não entendo. Me dá raiva. [Não acho que alguém que tenha faculdade seja mais inteligente do que alguém que não completou o ensino primário, por exemplo. O fato é o vocabulário, nada a ver com inteligência].

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As melhores cochiladas

1 Setembro , 2008 · 4 Comentários

que já tirei na vida.
[Porque a gente 'tira um cochilo', né?]

Uma coisa que gosto muito é de dormir. Eu e meu irmão, o Gui, temos uma lista das 3 melhores cochiladas que tivemos/tiramos na vida. Interessante que nas três estávamos juntos, ou seja, é a mesma lista. Interessante também que ele não é um cara muito ligado ao sono.

3 – Casa da tia Maria

Típica viagem em família. Papai, mamãe, eu e Gui. Fomos para Minas Gerais e em comemoração de aniversário de casamento deles, decidimos [eles decidiram] subir o Pico da Bandeira. É o 3º ponto mais alto do Brasil e tem acesso pelo Espírito Santo também. Mas como Minas é a terrinha de meu pai, é por lá que fomos. A trilha é bem sinalizada e por isso, não muito perigosa. Porém, é muito íngreme e longa. Subimos cedinho e só descemos no final do dia. A pressão dá uma alterada, coisa e tal. No dia seguinte, fomos para a cidade que meu pai nasceu, bem pequena, um clássico do interior. Chegamos de surpresa na casa de tia Maria. Assim, de sopetão, ela não pôde preparar um almoço para as visitas, como gostaria. Só tinha arroz, feijão, frango assado, frango frito, carne [super macia], lingüiça, macarrão, batata frita, batata assada, couve, repolho, angu, polenta, tomate, alface, cebola, suco de laranja e Coca-Cola. Eu e Gui, para não fazermos desfeita, lambemos nossos pratos. E as tigelas. E as panelas. De sobremesa teve apenas uns 5 tipos diferentes de doces de compota, doce-de-leite, queijo branco, etc. Quando estávamos praticamente deitados na mesa, meio de lado, tia Maria, O Anjo, disse “Vocês não querem deitar um poquinho aqui?”. Abriu a Porta da Esperança, digo, a porta do quarto de visitas, e nos apresentou o que seria o local de nossa 3º melhor cochilada da vida: duas camas com mantas quentinhas, em um quarto super silencioso, com uma cortina que deixava o quarto em um clima que só de olhar, a gente já roncava. Deitar, se esticar e dizer ao mesmo tempo “Aaahhh” foi a última coisa que fizemos antes de deitarmos e termos uma das melhores experiências soníferas do mundo.

2 – Ilha Grande

Outro aniversário de casamento, mas dessa vez de nosso tio, irmão de meu pai. Além da família de meu tio, fomos eu, Gui e o Alisson, nosso primo. A viagem de carro, de São Paulo à Ilha Grande é uma história à parte. Acho que o Gui pode dizer que nesse dia levou um dos maiores sustos na vida e eu, uma das vezes em que mais chorei de rir. Enfim, chegamos em Angra depois do almoço, esperamos o próximo barco para a ilha e quando chegamos lá, já era finalzinho da tarde, mas ainda com sol. Jogamos um pouco de bola com uns ingleses [humilhamos] e depois um mergulho no mar. No dia seguinte, havia um passeio de escuna marcado para logo cedo. O dia estava bonito, de sol. Mergulhamos em alto mar, almoçamos com o pé na areia e começamos a perceber o mau tempo que formava. Na volta, nosso barco balançou mais do que coqueteleira em aniversário de barman. Com o tempo totalmente fechado, a temperatura caiu de 30 para 15ºC [essa era a sensação] e, sendo uma escuna, não havia aonde ficarmos para nos proteger. Passamos todos muito mal e, de volta à ilha, gelados da chuva e do vento frio, descobrimos que não havia energia em quase toda a ilha. Chegamos na pousada e nos esquentamos com um banho gelado. Todos capotaram e dormimos por algumas horas. Sabe aquela sensação de acordar no finalzinho da tarde, meio no lusco-fusco, quando ainda não está de noite, mas já não se enxergar tão bem, e ficar meio desorientado? “Que dia é hoje? Estamos vivos? Aqui é Plutão?”. Acordei e aquela sensação gostosa de sonho continuou. Levantei e vi que do quarto tinham saído algumas pessoas e outras ainda estavam lá. Não consegui identificar nenhuma. Vesti uma roupa mais quente e fui em direção ao centro de Abrãozinho. Não sei o porque, mas sabia que era para lá que deveria ir. Ao chegar, vi meus primos. Ficamos sem conversar, só olhando o movimento e a noite escurecendo de fato o ambiente. Ali no centro havia energia, então praticamente todo mundo foi pra lá. Passado algum tempinho, chegou o resto da família, sem ninguém se avisar onde encontrar. Parecia que todo mundo sabia para onde deveria ir e aonde os outros estariam. Não foi preciso ninguém ligar no celular do outro. Essa sensação de ‘estamos no lugar certo, na hora certa’, durou o resto da noite e acredito que o motivo disso tenha sido aquela cochilada da tarde, logo após nosso senso de ‘horizontal’ e ‘vertical’ terem se misturado um pouco.

1 – Santos
Mais uma vez, eu, Gui e família. Dessa vez teve um primo também, o André. De Floripa, ele estava em São Paulo para passar um período das férias. Isso que é amor. Enfim, um sábado meu pai sugeriu que fossemos para Santos comer um peixe. Me amarro em programas assim. Um amigo dele tinha um apartamento disponível por lá, e poderíamos passar o dia lá. Descemos a serra, almoçamos o peixe e depois fomos para o apartamento. Eu mencionei que era sábado? Então, ao sábados, naquela época, passava na Cultura uns filmes muito antigaços, brasileiros. O que passava naquele dia era algum do Grande Otelo, sem trilha sonora, com aquele sonzinho de filme velho, sabe? Ou seja: a barriga estava cheia, a pressão tinha caído devido a descida para o nível do mar e um filme de quando minha avó estava sendo concebida passava na TV. Sem exagero ou floreamento para o texto ficar legal, a gente tentava acordar e não conseguia. Eu dava meio que uma despertada, fazia um esforço absurdo para levantar a cabeça e não conseguia! Desabava de novo no sofá e dormia por mais um tempo. Foi muito bizarro, tentar levantar/acordar e não conseguir, mas justamente por isso, foi o melhor cochilo que já tirei em toda a minha vida.

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me diz 5…

11 Agosto , 2008 · 1 Comentário

… filmes que mais gosta.

O filme Alta Fidelidade inspirou esse meme [a segunda segunda-feira do mês], que já virou categoria no blog e será quinzenal. A Vivs Tiemi sugeriu a idéia do meme e a minha participação foi entrar na jogada e criar o nome do meme. Tenho percebido um certo talento para dar títulos a textos, memes, etc. Por saber que ela se amarra demais no filme, passei um mega texto de análise, que li em um blog. É totalmente ‘amador’, mas, por isso mesmo, muito bom. O sentido de amador não é de algo feito de forma pior, mas alguém que fez simplesmente por gostar, sem esperar nada em troca. Se quiser ler o texto, aviso que ele entrega grande parte do filme. Por sua conta e risco, só clicar.

Para não ter briga, os filmes foram colocados em ordem cronológica de lançamento. Fazer a lista já foi absurdamente difícil demais. Colocar em ordem de preferência, só estando em um filme para conseguir.

De Volta para o Futuro – Trilogia 1985, 1989, 1990

O que: É filme da infância, sessão da tarde, o que quiser falar. Mas está na minha lista de preferidos. Poderia colocar Goonies, Curtindo a Vida Adoidado, entre outros, mas, apesar de terem me marcado, não estão à altura desses, embora tenham sim sua importância. Exemplo: o soco que George McFly, pai de Marty, dá em Biff, no final do primeiro filme.

Porque: A temática dele me atrai até hoje: viagem no tempo. Não só isso, mas as implicações em se viajar no tempo. Há algo destinado a acontecer, ou cada ação nossa, cada decisão, cada passo, cada detalhe, é algo que pode fazer com que nossa vida seja de um jeito completamente diferente se tivéssemos tomado uma decisão diferente. O momento que isso fica muito claro é no episódio que considero o melhor da série, o segundo. BTTF2 [Back to the Future 2] é o que os efeitos especiais são os melhores [considere a época em que foi filmado, ok?] e ainda é o mais difícil de entender, com futuros paralelos/alternativos e ‘presentes’ iguais. É uma salada de teorias e de referências ao primeiro episódio da série e apresentas alguns detalhes, que o terceiro filme irá retomar, como por exemplo, o momento em que Marty McFly entra no apartamento do Biff do presente alternativo e está passando um filme de Clint Eastwood. No BTTF3, que acontece em 1885, ele se apresenta como Eastwood e ainda utiliza a ‘artimanha’ de Clint na batalha final com Biff.

ps. BTFF2 foi a primeira vez em que, conscientemente, eu percebi uma ação de marketing e pensei: “Dane-se, eu quero”. Estou falando do tênis Nike que Marty McFly usa. Em BTTF1 e BTTF3 ele também utiliza um modelo vintage, que nos faz ficar a todo instante querendo ter um Nike para poder se sentir um pouco mais McFly. Mas no segundo filme, eles apelam, quando apresentam esse tênis: aqui e aqui. [OK, o hoverboard também é algo que qualquer moleque de 30 iria querer, mas sabemos ser um pouco mais impossível do que a Nike criar esse tênis. Já existe um manifesto rolando na internet há um bom tempo, chamado McFly 2015. A única coisa que a gente pede (sim, 'a gente', eu já assinei o manifesto) é que a Nike lance esse tênis. É pedir muito?! (Eu acredito que se forem lançar mesmo, esperarão até 2015. Mas isso nos meus projetos pra Nike, óbvio)].


Forrest Gump
1994

O que: Um garoto com QI abaixo da média e super-protegido por sua mãe. Logo no início vemos uma cena que, a princípio, pode chocar: a mãe de Forrest transando com o diretor do colégio para que o garoto fosse aceito. Chocante, mas o filme é assim. Mostrando as coisas da forma como são apresentadas a Forrest: sem máscaras.

Porque: Falar de referência nesse filme acabaria com a sua paciência. Sugiro ler a página das trivias no IMDb, em inglês. Mas é um filme épico, grandioso. A simplicidade de Forrest nos comove e atrai. Sua história, seus amigos, suas idéias e as lições de vida deixadas por sua mãe [interpretada por Sally Field] são algo que fazem o filme ser um dos melhores já feitos. Fala de tudo. Amor, traição, abandono, problemas familiares, depressão e até um momento “O Resgate do Soldado Ryan” é possível encontrar. Essa é a coisa incrível que não consigo explicar: o filme é essa ‘salada’, mas sem ser piegas, chato ou clichê.

ps. mais uma vez vemos a Nike pegando pesado na propaganda. E não é apenas um merchandising, mas ela faz com que você termine de ver o filme querendo um tênis daquele para sair correndo.

ps2. uma vítima do marketing que sou, acabei comprando um boné Bubba Gump para meu irmão. Me arrependi, pois só comprei um.

Se7en1995

O que: Um serial killer que pratica seus assassinatos seguindo a lógica dos 7 pecados capitais. ‘Só’ isso. [O cara é genial, né?]

Por que: Antes, leia novamente o “O que”, daí de cima. Continuando… é um thriller [nunca soube direito o significado disso, mas acho que agora entendo] policial, com Brad Pitt, Morgan Freeman, Kevin Spacey e Gwyneth Paltrow [em um papel que é a cara dela: de bunda]. Foi um dos primeiros que vi com uma temática mais obscura assim e um final surpreendente. Lembro que fui assisti-lo no cinema, ou seja, em 1995. Eu tinha 12 anos e a classificação etária para ele era de 16 anos. Eu era o mais novo, mas nem precisei apresentar RG, nem nada. Minha barba por fazer já me fazia parecer o tiozão da turma, levando a sobrinhada ao cinema. Assista, sem medo de ser feliz. Eu já tive muito medo de filmes. Passei a pensar “É de mentirinha”, então, hoje em dia, sofro bem menos. Mas esse não dá para pensar assim. Assista e entenderá o porque.

Alta Fidelidade2000

O que: Uma comédia romântica, onde o narrador é o personagem principal, Rob Gordon, que a partir do término de um relacionamento, começa a elencar o Top 5 de mulheres na vida dele. Em meio a tudo isso, outras listas surgem, acompanhadas de grande trilha sonora.

Porque: O filme é recheado de referências. Seja ao livro de Nick Hornby, na qual o filme se baseou, ou a elementos da cultura pop, como música, livro, filmes, etc. É um grande filme, disfarçado de pequeno. É praticamente uma comédia romântica, mas foge do clichê do gênero, então seria uma injustiça deixar de assisti-lo por causa disso. Altamente recomendado.

Vanilla Sky2001

O que: Um filme fantástico. Um pouco ficção científica, um pouco romance, drama e suspense. Tom Cruise, Penelope Cruz e Cameron Diaz, além de um elenco conhecido nos filmes de Cameron Crowe [o diretor], como Quase Famosos. Só não tem a Kate Hudson. É altamente Pop, no sentido profundo-cultural que começou a ser utilizado no início dos anos 2000.

Porque: Esse é difícil de falar, para mim, pois são muitas coisas. Por exemplo, é um daqueles filmes onde a trilha é tão boa quanto o próprio filme. Outros dois assim são Magnolia e I Am Sam [que eu sempre esqueço o nome em português. É com o Sean Penn, a Michelle Pfifer e a Dakota Fanning e tem a trilha inteira com músicas dos Beatles (muito bem) interpretadas por artistas da atualidade]. Enfim, só por isso, já vale a pena. Mas a temática é algo que me fascina também: a mente humana. Percepção, sonhos e como interage com os outros seres humanos. Outro assunto forte: as pequenas coisas. Uma das frase do filme é: “The little things… there’s nothing bigger, is there?”. Isso resume bem o que penso do assunto. E lógico, uma maluquice para dar uma pitada ao filme. Esse foi o único filme, até hoje, que assisti inteiro com os comentários do diretor. E digo que vale a pena. Se você gosta[r] muito do filme, não vai se arrepender.

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Panela velha

26 Junho , 2008 · 2 Comentários

Eis que baixei CDs novos de artistas velhos. Velhos sim, pois se hoje em dia The Strokes é coisa antiga, que dirá Alanis, Coldplay e Weezer.

Eu não sou crítico de música. Não tenho base teórica, nunca escrevi sobre isso, mas tem gente que é mais doido que eu e gosta de saber minha opinião quanto a uma determinada banda/artista. Se você não é uma dessas pessoas, está dispensado para ir ler outra  coisa. Caso queira saber, vamos por ordem alfabética:

Flavors of Entanglement
Alanis Morissette

Parece que a Alanis entrou agora no ano 2000. Lembra quando em 1999 – 2000 alguns artistas começaram a ficar mais, digamos, eletrônicos? Pois é. É o que a Alanis está fazendo. Na metade de 2008. Ou seja, a 1 ano e meio de 2010! Pense numa Madonna mais pop rock, mantendo as batidinhas eletrônicas e sendo menos Madonna. Pois é. A Alanis demorou quase uma década para ter sua fase ‘adolescente’ do eletrônico e sampler. E quando teve, desandou o caldo. Um CD totalmente dispensável no meu iPod. Acho que vou deixar a título de curiosidade. Tenho medo do que virá depois desse. [Quando alguém lança um CD e depois de ouvi-lo uma vez pensa: "Quando sai o próximo?" é porque a coisa não vai bem mesmo].

Preciso registrar que sempre gostei muito de Alanis, acho que ela faz boa música, um rock agradável e, por vezes, coisas diferentes. Nos CDs anteriores, as mais calminhas eram as renegadas, embora boas. Nesse a mais calminha, Madness, é a única que se salva. E olhe lá.

Conclusão: volta Alanis!

Viva la Vida or Death and All His Friends
Coldplay

Pois é… eu ouvi esse CD. Sabe quando você vê a Thati do Big Brother comemorando festa de aniversário no buffet infantil da Andrea Sorvertão e se sente mal pela pessoa? [Pelas duas, nesse caso?]. Então é um pouco pior. É como quando você descobre que a Sorvetão está casada com o Conrado e vê fotos dos dois juntos, abraçados à Thati. Nem uma barra de Hershey’s Cookie n’ Cream resolve essa vergonha alheia.

O CD do Coldplay chega perto disso. Odeio resenhas muito grandes, por isso vou tentar ser breve no que puder, ao analisar faixa a faixa:

1 – Life In Technicolor
Música de abertura, literalmente. Não é só a primeira, mas serve como um “Respeitável público”. Inteira instrumental. Quando você acha que vai ficar boa, acaba.

2 – Cemeteries of London
Logo de cara, não dá pra entender muito bem a batida [de leve] que rola ao fundo da voz de Chris Martin. De repente entra a bateria, baixo e violão. Aí você pensa “Conheço essa levada de algum lugar… tão anos 90″. E um pop-up do Pato Banton cantando “Go Pato” aparece na sua mente, enquanto rola a música. A partir daí, fica impossível não dar risada toda vez que voltar a ouvir essa faixa.

3 – Lost
No primeiro segundo de música você pensa “O cara está mesmo se perdendo”, sem nem ter visto o título da faixa. Isso porque ele faz um ‘tum-tum-tá’, bem We Will Rock You, do Queen. Eu até fiz junto para ver se sincronizava e nem preciso dizer o resultado, não? Aí ele canta: “Just because I’m losing / Doesn’t mean I’m lost / Doesn’t mean I’ll stop”. Decepciona saber que isso continuará até o final do CD e você pensa “Quando é que sai mesmo o próximo CD deles?”.

4 – 42
Começa bem Coldplay-jeito-de-ser. E quando você se vê agradecendo por isso, fica preocupado. “Não era um CD em que iriam inovar? Ah é, eles inovaram. Fizeram referências ao Pato Banton e a We Will Rock You do Queen e no meio disso tudo, estava o Conrado, a Andrea Sorvetão e a Thati”. De repente a música muda completamente e você fica triste porque se lembra de Amsterdam, música do álbum A Rush of Blood to the Head [último álbum bom, que é possível ouvir mais de 5 faixas] e percebe que ela tem a mesma ‘temática’, só que pior.

Ainda está aí?

5 – Lovers in Japan / Reign of Love
São duas músicas. A primeira rola no mesmo clima de “Vai demorar muito pra acabar?”. Começa a segunda e depois do que aconteceu na primeira, até Pato Banton seria bem vindo. O Coldplay faz um pouco melhor e nos dá esperança em continuar ouvindo o CD. Mas você se sente enganado. Teve que ouvir a primeira para chegar nessa parte. Se você tiver um editor de MP3, vale a pena cortar a Lovers in Japan e ficar apenas com Reign of Love.

6 – Viva la Vida
Hein? Não era Chris Martin? Em que momento entrou o Ricky no CD, que ninguém me avisou?

Nessa faixa parece que o Coldplay trocou uma idéia com a Alanis e perguntou “E aí, como vai ser seu novo CD? Anos 2000? Boa!”. Nem perguntaram se já não tinham perdido o timing, mas quem precisa disso, né? Só colocar uma orquestra e uma batidinha clássica e fica tudo certo…

7 – Violet Hill
Bom, pelo menos tem nome de música do Coldplay. A levada ainda é do Pato Banton [Go Pato], mas em um ritmo mais devagar, com mais guitarras e no finalzinho, um momento Coldplay-de-ser, que você chega a cruzar os dedos e promete nunca mais falar mal da Gwyneth Paltrow se a música terminar depois disso.

8 – Strawberry Sing
Passa desapercebida. E isso é um mérito em um CD como esse. Chego a arriscar que pode ser um dos singles do álbum, já que da metade pra frente tem um violãozinho bem Coldplay, o que é uma coisa boa em um CD como esse [Acho que já falei isso, né?].

9 – Death and All His Friends
Início com pianinho Coldplay, Ricky Martin, quer dizer, Chris Martin sussurrando e riffs de guitarra característicos da banda. Mas o sussurro avisa: “(…) just be patient, and don’t worry”, pois o crescente virá e a música se transformará. Mais uma vez. Será que ele não tem pena da gente não? A resposta é: não. E uma happy music entra em cena. Com marcação marcante [foi proposital] do baixo e da bateria, à la Pet Shop Boys, mas numa versão piorada, lógico.

10 [finalmente] – The Escapist
O clima Pet Shop Boys continua. A essa altura, você só torce para que o Martin, seja ele qual for, nunca tenha ouvido RPM para não tentar nada progressivo, enquanto ele sussurra uma meia dúzia de palavras e um sampler de teclado, ou seja lá o que isso for, encerra o álbum.

Conclusão 1: ao final dessa análise uma coisa para mim ficou clara: o Coldplay é melhor fazendo clichês e sempre a mesma coisa.
Conclusão 2: não perca seu tempo ouvindo esse CD.

The Red Album
Weezer

Eu quase estava desistindo de ouvir novos CDs, me fechar no iPod com os anos 90 em Nirvana, Pearl Jam e Red Hot Chili Peppers, quando ouço o novo do Weezer. Só pelo fato dos caras não ficarem se preocupando com um nome pro álbum, simplesmente pintarem de uma cor primária e deixarem ser chamado do nome que for, já é grande coisa. O primeiro deles era um fundo azul, eles posando em fila pra câmera e o nome “Weezer”. Começaram até vir o 3º, o CD ainda era conhecida como “Weezer”, banda e disco. Mas no 3º, fizeram a mesma coisa, mas trocaram o fundo, que passou a ser verde. Ou seja: o primeiro tornou-se o Blue Album, o terceiro ficou Green Album. No quinto, e mais recente, o fundo é vermelho. Não precisa conhecer a escala RGB para adivinhar o nome dele.

Aqui vou me dar a liberdade de falar só das faixas que mais gostei. No entanto, diferentemente dos outros CDs, vale a pena ouvir todas as faixas, mesmo que aqui não mencionadas.

1 – Troublemaker
A banda é da Califórnia. Por que digo isso? Simplesmente porque a música que abre o álbum pode parecer alguma coisa que você já ouviu por aí, principalmente em bandas da Costa Oeste dos EUA. “Acho que já ouvi isso no O.C.” é algo bem válido. No entanto, estamos falando de Weezer, uma banda ‘velha’. Você ouve mais um pouco e pensa “Hum, aqui tem um algo mais do que as outras bandas californianas”.

3 – Pork and Beans
Muito se falou já desse primeiro single, simplesmente pela idéia genial do clipe em juntar os The Hypests Hypes [já falei que gosto de neologismos?] da internet dos últimos anos em um vídeo só. Ou seja: os maiores hits do Youtube são parte de seu clipe. Quem não vai querer ver tudo isso junto, num vídeo só?!

Mas e a música? Só pelo clipe, poderia ser o Chris Martin cantando seu último álbum [OK, exagerei], mas ela se garante. Se você tiver a possibilidade apenas de ouvi-la, isso já é algo válido. Uma levada tranqüila para os padrões-Weezer-de-ser. Até quando entram as guitarras, baixos e batera com o chimbal totalmente aberto, ela vai agradar até os ouvidos mais delicados, justamente por montar uma melodia que se torna agradável nas estrofes iniciais.

4 – Heartsongs
Só na 3ª vez fui perceber a batida do coração no início da música. Enfim, me lembrou muito Pinback, o que, para mim, é uma boa referência. Tive a sorte de comprar meu primeiro iPod de um amigo, ou seja, com 3 mil músicas recheando-o. Mesmo tendo apagado algo entre mil e 1.500 músicas, muita coisa que ouço hoje em dia descobri nessa época. A coincidência: esse amigo é da Califórnia. Tem uma hora que essa música chega a lembrar o Linkin Park, que eu simplesmente abomino, mas não chega a ser pé no saco e cansativo como a banda do cara que parece aquele de CSI. Quando você começa a pensar “Pior que o som está parecendo mesmo”, a música termina e fica tudo bem. =)

6 – Dreamin’
Música sem violãozinho ou percussão. Mas uma música ‘feliz’. Acho que o que resume bem o Weezer é isso. Eles fazem um Nerd Punk Rock pra se curtir, sabe? Aquilo do ‘De amargo já chega a vida’, então o que rola são coisas felizes.

7 – Thought I Knew
A música começa e acho que mais uma banda sucumbiu ao revival do ano 2000 ou só percebeu que entrou nessa década quase uma década depois, mas dou o benefício da dúvida ao Weezer, já que as 4 músicas acima por si já valem mais do que o CD inteiro da Alanis + o álbum inteiro do Richris Martin. Enquanto estou escrevendo, vou ouvindo as músicas… tempo real. Para o texto sair exatamente no clima dela. Acontece que na metade dela, já esqueci das paradinhas eletrônicas do começo e estou feliz pelo Weezer ter feito esse CD.

10 – The Angel and the One
A música tem um ‘quê’ de Death Cab for Cutie e o vocal de vez em quando lembra o Dashboard Confessional, que não é da Califórnia, mas é da Costa Leste, Boca Raton – Flórida.

11 – Miss Sweeney
Uma baladinha bem feita, com pausas em lugares previstos, mas bem feitos. Letra em forma de historinha, o que é agradável. Melodia bem agradável também. Superior às outras que não foram citadas

14 – King
Algo meio folk, meio rock, meio Weezer, bem agradável também. Música que você ouve no dia-a-dia e agrada. O vocal e a levada lembram um pouco Everlast, mas em um sentido bom da coisa.

Conclusão: o Weezer tem um som que você poderia pensar ser alguma outra banda. Não é nada que chegue a “Nossa, só podia ser mesmo o Weezer pra fazer um negócio assim”, como é o caso do John Frusciante, por exemplo, guitarrista do Red Hot Chili Peppers. Mas é algo ‘comum’ bem produzido, bem dirigido, enfim, bem feito.

Mais um ponto para o Weezer: eles fizeram uma música colaborativa. Rivers Cuomo, vocalista e *líder da banda, colocou em seu canal do Youtube uma série de vídeos de como se escrever uma canção. Pediu sugestão de letra, acordes e título. Ele mesmo compôs e colocou o resultado no mesmo canal. [Detalhe para os gols de Sócrates e Carlos Alberto, clássicos].

* Acho essa questão de ‘líder’ da banda muito discutível. Se você já tocou em alguma sabe que a pessoa que está no microfone nem sempre a lidera. Muitas vezes, quem dá a dinâmica da banda, na hora em que se está tocando, pode ser qualquer um. Alguém que conduza a banda a fazer algo que fique sincronizado, que soe bem. Por isso evito, hoje em dia, falar em “líder da banda”. Utilizei muito esse termo quando trabalhei na rádio Brasil 2000 e precisava escrever as notas do dia inteiro. Hoje em dia, não curto mais, porém, as pessoas entendem dessa forma e é necessário fazer a informação chegar ao interlocutor, não importa como, diriam alguns professores. Segundo eles, si aLgUen ixkrevi axim, e a outra pessoa entende, tá valendo.

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descobertas 2007

3 Janeiro , 2008 · 8 Comentários

os meus melhores de 2007:

- descobrir como colocar negrito e itálico no Gtalk
- serviço do TinyURL
- ter trabalhado na Mostra de Cinema de SP
- pelo menos 15 livros lidos
- ter começado decentemente a minha DVDteca [existe essa palavra?]
- ter começado a publicar meus textos
- mestrado em Letras e mestrado em Comunicação e Semiótica, embora interrompidos, muito proveitosos e bem-vindos
- resolver algumas coisas dentro da cabeça
- escrever [sempre mais e mais]
- sonhar [ainda mais e mais]
- esse blog

Geralmente faço listas para o ano que chega, mas esse ano farei listas no decorrer do ano. Como os livros que lerei [pretensão: 20], filmes que verei [pretensão: 100] e pessoas novas que conhecerei. Nunca conheci alguém que anotasse as pessoas que foi conhecendo durante o ano. Mas é certo que existe alguém que faça isso. E farei o mesmo.

Cansei de fazer promessas que nunca cumpria. É hora de parar de prometer e começar a fazer.

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