Subindo a Frei Caneca

Menina de no máximo 6 – 7 anos dá suco na mamadeira para um gurizinho, no carrinho, que acredito ser o irmão dela.
O bebê dá uma tossida. Pára e engasga logo em seguida. Acho que a menina vai continuar insistindo, e quando preparo o bote para salvar a vida dele, ela tira a mamadeira, olha feio pra ele e diz: “Léozinho! Você não vai mamar enquanto está engasgando! Entendido?”

Uma quadra acima, dois homens na meia-idade [sejá lá o que isso for] conversam:
– Aí o americano colocou a @$%# na mesa!
– Hum, entendi.
– Bom, prazer em revê-lo. Sucesso!
– Tudo de bom, abraço!

Nunca entendi porque as pessoas se despedem, olho-no-olho, dizendo “Abraço!” ou “Um beijo”. Por que já não dar logo o beijo e/ou o abraço?

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Uma resposta para “Subindo a Frei Caneca

  1. Cheguei aqui pela entrevista da Bia (que confesso: de tão longa, tive preguiça de ler, rs).
    Daí fui fuçar o resto e gostei do que encontrei por aqui.

    Mas o comentário é mesmo para este post: adoro essas conversas ouvidas em meio à correria e que sempre deixam margem pra gente imaginar o seu real contexto. Ou acabar criando o que pensamos ser o mais adequado, 🙂

    Um abraço!

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