California Games

Essa Olimpíada está muito divertida. Essa não, né? Provavelmente foi sempre assim, mas dessa vez estou assistindo pelo esporte, sem seriedade.

Dei sorte de pegar bons jogos, sem querer, como a conquista da medalha de ouro nas argolas de Arthur Zanetti. Foi emocionante vê-lo ser o melhor, tendo acompanhado todos os outros ginastas fazendo suas apresentações. Principalmente quando anunciaram o atleta porto-riquenho Tommy Ramos. Na verdade, acho que só assisti à competição inteira porque liguei a TV na hora que anunciaram o Tommy Ramos, que figura. Ele não lembra em nada o ator brasileiro, mas foi divertido ouvir a comentarista falar “Tommy Ramos” tantas vezes. [Eu não canso].

Outra coisa muito legal foi esse mergulho do alemão Stephan Feck:

Você pode ficar com dó, afinal o cara treina anos para isso. Mas, rapaz, que entretenimento! Ele só recebeu zero, de todos os juízes. Mas “Inspire gerações” é o tema de Londres, e esse mergulho conseguiu cumprir seu papel em minha vida.

Por outro lado, temos esse salto. Precisei vê-lo algumas cinco vezes até entender o que a guria faz:

Nem deve ter sido agora, mas eu queria colocá-lo nesse post, de algum jeito, talvez pra amenizar o mergulho de costas do alemão.

Conversando com um amigo chegamos à conclusão que “Jogos OIímpicos” só têm nome pomposo. Exemplo: Usain Bolt ganha os 100m rasos, é o homem mais rápido do mundo e comemora o feito no seu quarto: com três integrantes do time sueco de handebol. As Olimpíadas nada mais são do que Os Grande Jogos Universitários Mundiais Gigante.

Outro motivo que faz valer o sentimento: o ciclista que ficou em penúltimo lugar, saiu pra comemorar e voltou carregado pelos colegas para a Vila Olímpica. Troque Londres por Guaratinguetá e conheço histórias bem parecidas dos Jogos de Comunicação.

Por último, temos o cabra que ganhou a medalha de ouro de salto em altura esse ano, parabéns! Porém, em 2008 ele foi desclassificado, não conseguiu nem saltar. Estava bêbado demais. Valendo um abraço do Galvão se você adivinhar a nacionalidade do russo.

Todo mundo se preocupando com a Copa no Brasil, mas eu quero é ver como vai ficar o Rio de Janeiro, aquele caldo de suor, areia e mate com limão, abarrotado com a molecada de faculdade vindo competir aqui. Vôlei de praia, por exemplo, vai virar futevôlei, tendo Edmundo e Romário jogando. Pela Rússia.

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